sexta-feira, 11 de setembro de 2009

INTRODUÇÃO

Era manhã do día 3 de janeiro de 2007,era verão estava quente, mais o calor não se fazia presente nos corredores daquele hospítal,aquelas pessoas doentes,aquelas enfermeiras passando de um lado pro outro,aquele silêncio ensurdecedor,aumentaria o desespero de qualquer um.Naqueles bancos pretos com tecido gelado,havia duas pessoas,um homen já maduro,devia ter uns trinta e poucos anos,vestído com uma camisa pólo verde escura,calça jeans,e sapatênis marron e uma menina,que não devia passar dos 15 anos,magra de cabelos levemente ondulados castanho claros,olhos verdes,de camiseta cínza estampada,calça jeans e um all star vermelho.
Ele parecía apoia-la,os dois eram bem parecídos estavam de mãos dadas e ela apoiava a cabeça no ombro dele.ela estava com os olhos fundos,parecia preeucupada e um pouco assustada,ele a apoiava mas também estava ansioso.O médico adentrava o corredor,atravessando uma enorme porta,apressado com uma prancheta na mão ele parecia procurar alguém é nesse momento que o homem se dirige até ele.
-E então doutor?.Perguntou o homem apreensivo.
-Fizemos todo o possível,mas a paciente veio a óbto.
-Meu DEUS,como isso pode acontecer?...
-Ela era sua esposa?
-Não,mais era mãe da minha fílha.Disse o homem olhando a menina.
-Queria poder ter feito mais,mas foi uma parada cardiorespíratoria,desejo meus pesames.
-Como vou contar isso a LUISA?
-Te desejo força.Disse o médico não muito abalado,afinal,aquilo acontecía o tempo todo,vidas passavam por aquele hospítal,e mortes também.
O homem foi em direção a menina,que o olhava esperando uma resposta,ele se aproximou e disse algo que a desmontou,ela se ajoelhou no chão e chorava,ele tentava abraça-la,foi quando ela correu até a porta de onde o médico saiu mas foi contida por dois enfermeiros,uma cena muito triste pra quem olhava de fora,a menína estava desesperada,o que ela faría agora?sua mãe,sua única parente ou amíga,morrera.
O que a vída reservava a jovem LUISA?o que que faria da vida?com quem moraria?não lhe saía da cabeça o olhar doce e decídido de sua mãe,que deu um duro danado pra educala praticamente sózinha.Que batalhou pra concluír os estudo e abrir uma loja de roupas.O pai morava em outra cídade e tinha outra família,porque DEUS tinha lhe dado tamanho castígo,ele também estava sem chão,nunca estudou pra saber o que dizer nessa hora,ele queria abraça-la e dízer que tudo ía ficar bem,mas também não sabia o que fazer,ele tinha conciência que apartir daquele instante,LUISA era sua responsabilidade e que ele sería responsável pelo seu bem-estar.
A pergunta era,como explicar a sua outra fílha da mesma idade e sua esposa,que a 8 horas atrás ele estava em casa e agora tinham outra pessoa em casa com uma dor imensa,aquilo era um problema que não sería facil de resolver.Os olhos verdes de LUISA ja não eram os mesmos de há 2 meses,olhos de uma menína cheia de sonhos que adorava desenhar e tocar violão,não,definitivamente aqueles não eram os olhos de sua fílha.

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